O Exército israelense afirmou na noite deste sábado (6) ter atacado “cerca de 150” posições do movimento islamista libanês Hezbollah nas últimas 48 horas. As ações ocorreram no sul do Líbano. A informação foi divulgada por meio de um comunicado militar.
De acordo com a nota, os alvos incluíram “depósitos de armas, quartéis-generais e lançadores” de mísseis ou foguetes. O presidente do Líbano, Joseph Aoun, criticou os ataques. Ele classificou as ações como “incessantes” e afirmou que elas “permanecem impunes”, apesar de um cessar-fogo que estaria em vigor.
O conflito nesta região teve início em 2 de março. Na ocasião, o Hezbollah lançou ataques contra Israel. O movimento libanês justificou a ação como uma vingança pela morte do líder iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.
A situação no Líbano é um dos pontos de tensão nas negociações indiretas entre os Estados Unidos e o Irã. O governo de Teerã exige um cessar-fogo no Líbano como condição para avançar em um possível acordo que encerre a guerra regional.
